“И жизнь хороша и жить хорошо,,
- "Tanto a vida é boa quanto viver é bom."Em comunicado publicado no site da agência de notícias Nueva Colombia, com sede em Estocolmo, a guerrilha colombiana informa que os deputados morreram no dia 18 de junho, "no meio do fogo cruzado, quando um grupo militar não identificado até o momento atacou o acampamento onde eles estavam".
Em seu comunicado, as Farc destacam que um dos deputados, Sigifredo López, sobreviveu porque "não estava com os outros naquele momento".
Além disso, as Farc acusaram o presidente colombiano, Álvaro Uribe, de "intransigência demencial", afirmando que "a sua estratégia de resgate militar acima de toda consideração leva a tragédias assim".
"Desde o planejamento da operação de retenção dos deputados, assim como durante seu desenvolvimento e no transcurso destes cinco anos, nossa prioridade era manter a integridade física de todos, em meio a permanentes ações de resgate", diz o comunicado, assinado pelo "Comando Conjunto do Ocidente" e datado de 23 de junho.
O texto acrescenta que "na área dos eventos acontecem há várias semanas amplas operações conjuntas de militares e paramilitares, com inúmeros combates e crescente presença de forças oficiais".
As Farc "lamentam a tragédia", e prometem fazer "o que for possível para que as famílias das vítimas possam recolher os seus restos mortais o mais rapidamente possível".
Libertação de reféns
O Exército de Libertação Nacional (ELN), a segunda guerrilha de esquerda da Colômbia, afirmou na quarta-feira, 27, que vai libertar todos os seus reféns como parte de uma trégua experimental que espera firmar no fim de julho com o governo do presidente Álvaro Uribe.
Segundo o comandante Pablo Beltrán, chefe de uma delegação da ELN nos contatos de paz mantidos desde abril em Havana, seriam "dezenas" os reféns libertados em um "gesto de paz".
"O ELN, quando firmar o cessar-fogo, se compromete em libertar todos os detidos que mantém neste momento e se compromete, durante o período do cessar-fogo, a não fazer retenções de caráter econômico", disse Beltrán a jornalistas estrangeiros em Havana.
O governo afirmou que o ELN tem cerca de 400 reféns. Beltrán descreveu os seqüestros como "atividades financeiras" para se sustentar.
"É uma ínfima minoria com tudo o que dizem os meios de comunicação, com tudo o que diz a Cruz Vermelha Internacional", afirmou o comandante guerrilheiro, que estimou a cifra em "dezenas".
Beltrán afirmou que a oferta está na mesa de negociações desde o começo da sexta rodada de conversações de paz em meados de abril.
O cessar-fogo bilateral por seis meses seria fechado em fins de julho em Havana, onde o ELN e o governo buscam desde dezembro de 2005 uma solução para mais de 40 anos de conflito armado.
Beltrán disse que, durante a trégua, o ELN se dedicará a um "plano político" financiado pela comunidade internacional.
Matéria ampliada às 07h50.
Fonte:http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/28/31.htm?RSS
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