“И жизнь хороша и жить хорошо,,
- "Tanto a vida é boa quanto viver é bom."A advertência foi feita nesta sexta pelo ministro de Assuntos Exteriores da Turquia, Abdullah Gül, no jornal turco Radikal, no qual afirma que a Turquia "está preparada" para uma incursão no norte do país vizinho. "Se o governo do Iraque e as forças de ocupação americanas não puderem deter o PKK, tomaremos nossa própria decisão e a executaremos", afirmou Gul.
O titular da diplomacia turca também se referiu às declarações do chefe do Estado-Maior, Yasar Büyükanit, na quarta-feira, quando pediu novamente ao Executivo uma decisão política que permita uma operação militar no norte do Iraque. "O Exército tem um plano detalhadamente preparado. Como governo, estamos cientes do plano e concordamos com ele", disse Gul.
Ao mesmo tempo, o chanceler negou que existam tensões entre civis e militares. "Não há pontos de vista diferentes entre o governo e as Forças Armadas", afirmou.
Em outra entrevista publicada nesta sexta pelo jornal Sabah, o porta-voz do governo iraquiano, Ali al-Dabbag, negou que o Executivo esteja apoiando o PKK. "Entendemos muito bem o que os turcos sentem diante deste grupo terrorista, porque também sofremos com o terrorismo em nosso país", disse Dabbag.
"Não sabemos onde o PKK está, nem o que faz. Estão nas montanhas ou em áreas fora de nosso controle", acrescentou o porta-voz, que também lembrou que o partido é um grupo proibido pelo governo central iraquiano.
Dabbag rejeitou ainda informações de que militantes do PKK estivessem refugiados no campo de Mahmur, no norte do Iraque. O porta-voz lamentou que as relações entre o Iraque e a Turquia estejam prejudicadas por culpa do PKK.
O PKK começou a atuar em 1984 para reivindicar a independência da população curda da Turquia. Desde então mais de 35 mil pessoas morreram nos combates entre os rebeldes e as forças de segurança turcas, e em atentados do grupo separatista.
Ancara acusa os curdos do Iraque e os Estados Unidos de tolerarem a presença do PKK no norte do Iraque, a partir de onde entram na Turquia para cometer atentados. Nas últimas semanas, o governo turco ameaçou novamente realizar uma incursão militar no país vizinho.
Fonte:http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/29/79.htm?RSS
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