“И жизнь хороша и жить хорошо,,
- "Tanto a vida é boa quanto viver é bom.""Atualmente, Rússia e Venezuela estão negociando a aquisição de cinco submarinos do projeto 636", disse à imprensa Innokenti Naliotov, conselheiro do diretor-geral da Rosoboronexport, durante o Salão Militar Naval de São Petersburgo.
Naliotov confirmou assim o anúncio do jornal econômico russo Kommersant, que afirmou há duas semanas que Caracas negociava com Moscou a compra de cinco a nove submarinos, e que Chávez, durante sua visita, discutiria o assunto.
O próprio Chávez declarou, antes de iniciar a atual viagem, que poderia negociar com Rússia e Belarus a compra de submarinos e de sistemas de defesa aérea.
Fontes da indústria naval russa haviam dito ao Kommersant que a Venezuela tinha apresentado à Rússia "um pedido para construir nove submarinos diesel-elétricos, sendo cinco do projeto 636 e quatro do novo projeto 677E Amur".
"Inicialmente, o interesse era por adquirir só os Amur. Mas nós convencemos os venezuelanos a comprar também os 636", confirmou ao jornal um funcionário da Rosoboronexport.
Ele explicou que os novíssimos submarinos 677 nem sequer entraram em serviço na Marinha russa. Por isso, opinou que durante a visita de Chávez só seria estudado o contrato sobre os cinco navios 636, que a Rússia já vendeu à China e que agora vai fornecer à Argélia.
A aquisição de submarinos russos é uma "idéia" que "está em estudo" porque a Venezuela tem "um mar de mais de 500 mil quilômetros quadrados" que é preciso "guardar", afirmou o governante venezuelano na sexta-feira passada.
Segundo funcionários venezuelanos, os submarinos convencionais deverão proteger as águas territoriais do país, que ocupam uma área maior que o seu território continental. Um dos objetivos é defender as jazidas de petróleo de um eventual bloqueio americano.
Nos últimos anos a Venezuela comprou da Rússia US$ 4 bilhões em armamentos. As compras incluem 24 caças Su-30MK, 50 helicópteros de combate e de transporte, sistemas de defesa aérea Tor-M1 e 100 mil fuzis automáticos Kalashnikov.
Além disso, a indústria naval russa oferece lanchas-patrulha Mirazh, lanchas de desembarque Murena-E, helicópteros Kamov e sistemas litorâneos de mísseis capazes de alcançar alvos a até 130 quilômetros.
Fonte:http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jun/29/83.htm?RSS
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