“И жизнь хороша и жить хорошо,,
- "Tanto a vida é boa quanto viver é bom."Porém, o primeiro-ministro do país, John Howard, minimizou o comentário, afirmando que era "um pouco distante" para concluir que o envolvimento do país era motivado pelo petróleo.
Em comentários para a Australian Broadcasting Corporation, Nelson admitiu que os suprimentos de petróleo influenciaram no planejamento estratégico australiano para a região.
"Obviamente o Oriente Médio por si mesmo, não somente o Iraque, mas também toda a região, tem um importante papel de fornecedor de combustível, petróleo em particular, para o resto do mundo" disse. "Australianos e todos nós precisamos pensar no que poderia acontecem se ocorresse uma retirada do Iraque."
"Está nos nossos interesses, interesse de segurança, garantir que possamos deixar o Oriente Médio, e o Iraque especificamente, numa posição de segurança sustentável".
Esta é a primeira vez que o governo australiano admite qualquer ligação entre a manutenção de tropas no Iraque e a preocupação com recursos energéticos. Porém, o premiê da Austrália, John Howard, foi rápido em minimizar a importância dos comentários do seu ministro da Defesa.
A declaração está causando um caloroso debate, já que as forças de segurança americanas de coalizão evitam ligar o envolvimento do conflito com o recurso natural.
"Nós não fomos por causa do petróleo e não permanecemos lá por conta dele", disse Howard em uma rádio local.
"Grande parte do petróleo vem do Oriente Médio, todos nós sabemos, mas o principal motivo para continuarmos no país é que queremos garantir para a população iraquiana a possibilidade de adotar a democracia", acrescentou.
Políticos da oposição têm criticado a administração de Howard pelos comentários. Manifestantes contra a Guerra dizem que a confissão do governo prova que a invasão americana no Iraque foi mais uma apropriação de petróleo do que uma genuína tentativa de encontrar armas de destruição em massa.
Porém, ministros em Camberra têm insistido que o país está comprometido em ajudar os Estados Unidos a estabilizar o Iraque e combater o terrorismo. Eles também insistiram que não ocorrerá nenhuma "retirada prematura" das forças australianas da região.
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Fonte:http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2007/jul/05/35.htm?RSS
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