“И жизнь хороша и жить хорошо,,
- "Tanto a vida é boa quanto viver é bom."
O Edge foi revelado no País no Salão do Automóvel de 2006, apenas um mês depois do início das vendas nos EUA. O novo modelo é 12 cm menor do que o Explorer. Tem 4,7 metros de comprimento, o mesmo do Chevrolet Blazer.
Sob o capô, o Duratec 35, motor V6 de 3,6 litros, gera 265 cv, ante os 213 cv do V6 do Explorer que era vendido no Brasil. Completa o trem de força o câmbio automático de seis marchas com overdrive. A tração é dianteira.
Por fora chama a atenção pelas linhas limpas e por causa da enorme grade cromada dianteira (que lembra a do Fusion). E, assim como no 'irmão' sedã mexicano, as portas podem ser abertas por controle remoto ou por teclas na porta do motorista.
O interior é bem acabado e completo, com todos os comandos à mão. A tela no console central, que além de informações do computador de bordo pode projetar até mapas do sistema de navegação por GPS (não habilitado no carro avaliado), contrasta com o formato conservador de velocímetro e conta-giros.
Há bom espaço para cinco pessoas. O encosto do terceiro assento traseiro pode ser rebatido e se transformar num descança-braços com porta-copos.
Em movimento o Edge vai muito bem. O motor V6 é mais do que suficiente para mover seus quase 1.600 quilos com agilidade. Acelera de forma suave e ganha velocidade rapidamente. Além disso, este Ford é bastante silencioso.
Também contorna curvas com suavidade. O bom ajuste das suspensões absorve impactos de forma bastante eficiente. E freia de forma bastante eficiente (há discos nas quatro rodas com ABS).
E, para não ficar só nos elogios, faltou indicador de marcha engatada no painel e cobertura no compartimento de carga.
O Edge deve disputar compradores com modelos como o japonês Nissan Pathfinder (R$ 183.72) e o alemão VW Touareg V6 (cerca de R$ 186 mil), entre outros.
Agradecimentos: Pulsare Veículos, fone: 3087-2222.
Fonte:http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup81332,0.htm
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