“И жизнь хороша и жить хорошо,,
- "Tanto a vida é boa quanto viver é bom."
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Galeria com imagens do leilão da Bolsa de Arte
Todas as imagens a serem leiloadas podem ser vistas na exposição prévia ao evento. A mostra é uma oportunidade para o público ver um leque variadíssimo de opções (que têm preços iniciais de R$ 1 mil cada uma), desde imagens do século 19 realizadas no Brasil pelos franceses Marc Ferrez e George Leuzinger; a mais recentes, como o retrato de Carmen Miranda clicado por Jean Manzon na década de 1950; imagens de Pierre Verger; trabalhos modernos brasileiros como Geraldo de Barros, José Yalenti e German Lorca; fotos autorais de repórteres fotográficos, como Mônica Zarattini, da Agência Estado, e jornalísticas de Evandro Teixeira (sobre o Movimento Estudantil de 1968); sem faltar, claro, das obras de contemporâneos como Caio Reisewitz (que participa com a peça avaliada entre R$ 40 mil e R$ 50 mil), Miguel Rio Branco e Mario Cravo Neto.
Outro ponto do leilão é a presença de contemporâneos estrangeiros como Robert Mapplethorpe, Tracey Moffat, Thomas Hoepker, Nobuyoshi Araki e Zhang Huan. "Fomos atrás de outros estrangeiros importantes, como Cindy Sherman e Man Ray", diz Bergamin.
Como ainda analisa o diretor da Bolsa de Arte - que a partir de agora vai realizar anualmente leilões fotográficos nesse período do ano para coincidir com a feira i-Contemporâneo, a procura maior de colecionadores ocorre para a fotografia contemporânea e, por isso, elas conseguem alcançar, naturalmente, preços mais elevados. Mas vale citar que um dos mais bem valorizados trabalhos ofertados são os abstratos da década de 1950 realizados por José Oiticica Filho (podem chegar a R$ 60 mil).
Fonte:http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art235718,0.htm
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