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Na quinta-feira, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou estudos para a concessão à iniciativa privada dos aeroportos do Galeão e de Viracopos. O ministro, no entanto, não especificou o formato da concessão.
Coutinho destacou que o mais complicado será a modelagem de privatização de Viracopos, porque será preciso praticamente construir um novo aeroporto para dar vazão ao projeto de crescimento esperado pelo governo.
O presidente do BNDES, que participou de um fórum que acontece na sede da instituição, adiantou que se após a conclusão da privatização houver algum concessionário privado que precise de financiamento, o banco estará aberto para analisar.
Desembolsos
Coutinho disse também que o aporte de R$ 15 bilhões feito pelo Tesouro Nacional ao banco de fomento será suficiente para equacionar os desembolsos da instituição em 2008 e parte de 2009. Entretanto, o executivo lembrou que, se a economia brasileira continuar crescendo ao ritmo que se está prevendo hoje, o banco terá de "trabalhar" para completar os recursos que serão necessários aos desembolsos no ano que vem.
Sobre o desempenho do banco divulgado ontem, que apontou ritmo menor de aprovações, o presidente disse que ainda é cedo para se avaliar se a queda é pontual ou se já representa uma acomodação. "Pelo que a gente tem em análise pela frente, a gente acha que é uma flutuação. Mas, em alguma hora, tem de se acomodar. Nada consegue crescer a 40% ou 30% indefinidamente. Em algum momento se acomoda. Mas isso não significa um retrocesso", afirmou.
Fonte:http://www.estadao.com.br/economia/not_eco236820,0.htm
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