“И жизнь хороша и жить хорошо,,
- "Tanto a vida é boa quanto viver é bom."
"Em um caso houve evidência suficiente que pode levar a uma identificação de um criminoso", disse Bond, pesquisador na Universidade de Leicester e consultor da polícia de Northamptonshire, na Inglaterra.
O método convencional de retirada de impressões digitais existe há mais de 100 anos e envolve a criação de uma reação química com o suor deixado em um objeto. A reação cria uma imagem que a polícia pode usar.
Mas se um criminoso limpa o suor, pouca substância sobra para uma reação química e, por isso, os métodos tradicionais se tornam inúteis, disse Bond em entrevista por telefone.
A nova técnica permite que a polícia supere os criminosos uma vez que ela é capaz de produzir uma impressão digital mesmo se não houver uma impressão de suor com que se trabalhar.
Os especialistas britânicos focaram em trechos de corrosão da espessura de um fio de cabelo que o suor freqüentemente deixa em certos metais usados em balas e bombas.
A técnica envolve encobrir o metal com um pó fino e em seguida aplicar uma forte corrente elétrica que faz a poeira grudar nas áreas corroídas, criando uma potencial impressão digital, disse Bond.
"Esse pó muito fino somente gruda nas partes corroídas do metal, o que significa que só adere onde está a impressão digital", disse o cientista, cuja equipe publicou os resultados da pesquisa no Journal of Forensic Sciences e no Journal of Applied Physics.
A técnica não é à prova de falhas e algumas pessoas não secretam sal suficiente no suor para que ocorra uma corrosão do metal ao ponto da polícia conseguir uma impressão, acrescentou.
Mas para alguns casos considerados sem saída a técnica pode fornecer evidências importantes e indicar a pessoa que carregou uma arma usada em um crime, disse Bond.
Fonte:http://www.estadao.com.br/tecnologia/not_tec237139,0.htm
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