“И жизнь хороша и жить хорошо,,
- "Tanto a vida é boa quanto viver é bom."
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É uma nova indicação de que a visão das autoridades monetárias está cada vez mais sombria em relação a economia, o que pode servir de justificativa para o anúncio de um pacote de estímulo econômico em breve. "Os sinais de enfraquecimento são palpáveis em todas as regiões", diz o relatório.
As palavras empregadas no relatório deste trimestre são mais pessimistas do que no relatório do segundo trimestre, no qual o Ministério avaliou que as economias "estão atualmente paradas em muitas regiões, mostrando sinais de desaceleração em alguns distritos".
Na avaliação mais detalhada de 47 prefeituras, o Ministério das Finanças rebaixou a avaliação para 45 delas. É o número mais elevado desde que o Ministério deu início à avaliação de prefeituras em janeiro de 2004, observou o Ministério.
De todas as 11 regiões, Kanto, a área mais populosa que também inclui Tóquio, sofreu um rebaixamento em conseqüência da produção, consumo e emprego, que deterioraram-se durante o trimestre.
Produção
A produção industrial do Japão caiu 1,2% no intervalo entre julho e setembro, a maior queda em quatro anos. É a terceira redução consecutiva do indicador, provocada pela desaceleração do crescimento global, que penaliza a economia do país, basicamente direcionada às exportações.
A baixa foi a maior desde o recuo de 1,5% registrado entre outubro e dezembro de 2004. Automóveis, máquinas e equipamentos e componentes eletrônicos foram os setores que lideraram as quedas.
Os índices também apontam a mais longa sucessão negativa, desde um período de quatro trimestres, em 2001, quando o Japão estava no meio de sua última recessão. Sugerem ainda que a crise financeira global, iniciada nos EUA, gerou sérios problemas para as maiores economias da Ásia.
A decrescente demanda nos EUA e Europa, ao lado do encarecimento dos recursos naturais nos mercados globais, trabalharam contra o Japão, que há tempos cresce via exportações de produtos feitos com matérias-primas importadas.
Os dados também mostraram que a produção industrial japonesa cresceu 1,2% em setembro. Melhor que o 0,5% estimado pelos economistas consultados pelo Dow Jones Newswires. Porém, os executivos da indústria de manufatura ouvidos relataram ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria do país que esperam novas quedas da produção, em outubro e em novembro - respectivamente de 2,3% e de 2,2% -, indicando novas baixas do indicador, no quarto trimestre.
Se estas previsões estiverem corretas, e se a produção industrial não reagir em dezembro, o indicador pode fechar o período em queda de 4%. O ministério abrandou a avaliação sobre a produção industrial, descrevendo o atual momento como de "tendência de ligeira queda", em vez de "enfraquecimento".
Fonte:http://www.estadao.com.br/economia/not_eco268743,0.htm
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